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ROCK | CULTURA POP | LIVROS | DISCOS | RÁDIO MUSIKALL | PODCAST | SHOWS

Aconteceu, no final de semana em que se celebrou o dia mundial do rock, o festival Rock Concha 2019. Evento que, neste ano, comemorou trinta anos da sua primeira edição. Houve um hiato de um pouco mais de vinte anos nas suas atividades, porém, há quase uma década, a festa vem acontecendo de maneira assídua a cada ano e já pode ser considerada como certa no calendário cultural da cidade.
Para esta ocasião, a produção do evento apostou em um lineup que propôs fugir de repetir nomes escalados nos anos anteriores, se mantendo atrativo neste sentido e oferecendo ao seu público bandas relevantes na cena nacional e local, com algumas delas há bastante tempo sem vir à Salvador, outras lançando trabalho novo, ou comemorando décadas de estrada. A falta de roadies durante algumas apresentações foi percebida em dois momentos, nos shows da Drearylands e da Alquímea, mas nada que comprometesse o desempenho de ambas no palco!
No sábado, quem abriu o evento foi a Drearylands. Comemorando vinte anos …
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Rock Concha 2019. O evento comemora 30 anos neste final de semana.

Considerado o ‘melhor festival de rock da Bahia’, o Festival Rock Concha
completa 30 anos em 2019 e será realizado nos dias 13 de julho (Dia Mundial
do Rock) e 14 de julho na Concha Acústica com uma grade de atrações de peso.
No dia 13, quem comanda o palco é Camisa de Vênus, Ratos de
Porão, Malefactor e Drearylands. Já no dia 14, será a vez do Planet Hemp, Pedro
Pondé e Alquímea. Os portões serão abertos às 15h30 e os shows terão inicio a
partir das 17h. Idealizado pela Íris Produções, os ingressos estão sendo vendidos
na bilheteria do TCA, SAC’s dos Shoppings Barra e Bela Vista e através do site
Ingresso Rápido. Esse ano, o evento traz como novidade, a ‘Feira do Rock’ que
vai reunir gastronomia, música, feira de CD's e vinil, além de entretenimento e
conta com a parceria na produção e curadoria da Rádio Web Rock Freeday.

A primeira edição do Rock Concha foi em 1989 quando o dito BRock começou a
sucumbir à própria indulgência e à ascensão do sertanejo.
O Rock Concha trouxe em suas primeir…

Soterorock Entrevista: Entre 4 Paredes.

Em mais uma ação relacionada à quarta edição do Soterorock Sessions, o Portal Soterorock reativou o seu espaço de entrevistas. Antes chamado Mais uma Cara do Rock Baiano, agora o Soterorock Entrevista traz uma conversa que tivemos com a Entre 4 Paredes, banda novata na cena, porém formada por músicos com longa experiência no cenário. Aqui, foi falado sobre a origem do sexteto, as suas expectativas, sua música e influências. Coloque a sua música predileta para escutar, acompanhe o nosso bate papo e não se esqueça: a quarta edição do Soterorock Sessions acontece neste sábado, dia 25/05, às 19:00 horas, no Buk Porão e com entrada a R$10,00.
Soterorockpolitano - Como foi o processo de formação da Entre 4 Paredes? A banda é formada por musicos experientes na cena, como foi juntar todos nessa nova empreitada?
Entre 4 Paredes - Não foi complicado!! Pois já éramos conhecidos, amigos e ex integrantes de bandas um pouco conhecidas no cenário, então pensamos nas pessoas certas para levar o traba…

Discoteca Básica Soterorock Apresenta: Entre 4 Paredes

Dando continuidade na nossa maratona especial da quarta edição do Soterorock Sessions, aqui vai mais uma postagem da série Discoteca Básica Soterorock Apresenta. Dessa vez, trazendo mais uma atração do nosso evento, a banda Entre 4 Paredes. Com diversas influências musicais, que vão do pop rock, até o post punk, passando pelo rock nacional e o gótico, o sexteto traz para essa matéria bons sons que merecem uma audição mais atenta e, junto a eles, as suas relações com cada um desses discos. Pegue carona nas dicas do grupo e deguste cada segundo musical dessa lista!
David Vertigo (tecladista)
Suicide - Suicide


O disco que inventou o cyberpunk antes dele existir. O trabalho de estreia homônino da dupla Suicide (Alan Vega nos vocais e Martin Rev no sintetizador) mostra da forma mais crua possível o que bandas de Industrial, EBM e afins só exibiriam décadas mais tarde:  niilismo, subversão, falta de esperança, ódio, inconformismo... Com timbres minimalistas, baterias repetitivas, vocais nonse…