Pular para o conteúdo principal

Swans - Trilha sonora do fim do mundo


Swans é uma banda influente da cena de Nova York, Estados Unidos, ativa desde 1982-1997, reformulada em 2010, e até hoje liderada pelo cantor, compositor e multi-instrumentista "Michael Gira". Associado a uma cena marginal desde o inicio da carreira, seu som original era lento e pesado, com performances ao vivo que eram muitas vezes tão brutal e física que a mídia local o chamou de louco e doente, todas as vezes que o Swans iam se apresentar a polícia era chamada e locais eram fechados. 

Seu estilo inicial mexeu um pouco com as estruturas da época. Tambor de máquinas e amostras são integrados ao som. Michael Gira juntou-se vocalmente com "Jarboe", voz doce que deu a banda uma ampla gama sonora. Faixas apresentando Jarboe eram muitas vezes mais silencioso, mesmo, atuando como contraponto aos temas mais angustiantes  de seus álbuns. 

Com o tempo, este estilo viria a dominar porque fazia  um violão parecer brutal como uma guitarra de Heavy metal ou Hardcore. Na instrumentação exuberante de seus álbuns dos anos 1980 e 1990 antecipou o nascimento de post-rock.

Eventualmente, se separou em 1997 de Jarboe. "Gira" passou a lançar um trabalho solo, mais tarde formando a banda "The Angels of Light", que continuou o trabalho e suas influências. Jarboe lança trabalho solo e freqüentemente trabalha com outras bandas e artistas. 

A influência do Swans sobre o mundo da música é profunda. Através de seus mais de15 anos de existência, os vários estilos que exploraram deu à luz ao grindcore, pós-rock entre outros. Em janeiro de 2010 anunciou o reencontro e desde esse ano estão trabalhando juntos. 

Popular Posts

Tem muito som no tabuleiro do rock aqui na Bahia. Por Leonardo Cima.

Depois do nosso hiato no ano de 2018, retomamos às nossas atividades aqui no site em 2019. É bem verdade que escrevemos menos do que esperávamos e pretendíamos, porém continuamos observando o que acontecia na cena ao longo desses doze meses que se passaram. Bastante som foi lançado, várias propostas sonoras diferentes ganharam a luz do dia e mantiveram esse ano como os seus antecessores: agitado em volume e em alta qualidade de produção.
Teve banda/artista apostando em single, ou fazendo as suas primeiras investidas solo, projetos musicais saindo do papel, banda lançando novidade depois de muito tempo sem disponibilizar um novo trabalho, ou seja, uma considerável quantidade de impulsos motivadores levaram à todas essas novidades da cena rocker da Bahia.
Então, resolvi fazer essas micro resenhas para compensar a minha baixa frequência por aqui pelo site no ano que passou e para fazer justiça com esses lançamentos, trazendo alguns títulos nessa matéria. Mas, frisando, essa não é uma lista…

Discoteca Básica Soterorock Apresenta: Entre 4 Paredes

Dando continuidade na nossa maratona especial da quarta edição do Soterorock Sessions, aqui vai mais uma postagem da série Discoteca Básica Soterorock Apresenta. Dessa vez, trazendo mais uma atração do nosso evento, a banda Entre 4 Paredes. Com diversas influências musicais, que vão do pop rock, até o post punk, passando pelo rock nacional e o gótico, o sexteto traz para essa matéria bons sons que merecem uma audição mais atenta e, junto a eles, as suas relações com cada um desses discos. Pegue carona nas dicas do grupo e deguste cada segundo musical dessa lista!
David Vertigo (tecladista)
Suicide - Suicide


O disco que inventou o cyberpunk antes dele existir. O trabalho de estreia homônino da dupla Suicide (Alan Vega nos vocais e Martin Rev no sintetizador) mostra da forma mais crua possível o que bandas de Industrial, EBM e afins só exibiriam décadas mais tarde:  niilismo, subversão, falta de esperança, ódio, inconformismo... Com timbres minimalistas, baterias repetitivas, vocais nonse…

Todo dia é dia de rock. Por Leo Cima.

Aconteceu, no final de semana em que se celebrou o dia mundial do rock, o festival Rock Concha 2019. Evento que, neste ano, comemorou trinta anos da sua primeira edição. Houve um hiato de um pouco mais de vinte anos nas suas atividades, porém, há quase uma década, a festa vem acontecendo de maneira assídua a cada ano e já pode ser considerada como certa no calendário cultural da cidade.
Para esta ocasião, a produção do evento apostou em um lineup que propôs fugir de repetir nomes escalados nos anos anteriores, se mantendo atrativo neste sentido e oferecendo ao seu público bandas relevantes na cena nacional e local, com algumas delas há bastante tempo sem vir à Salvador, outras lançando trabalho novo, ou comemorando décadas de estrada. A falta de roadies durante algumas apresentações foi percebida em dois momentos, nos shows da Drearylands e da Alquímea, mas nada que comprometesse o desempenho de ambas no palco!
No sábado, quem abriu o evento foi a Drearylands. Comemorando vinte anos …