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Baixista do Retrofoguetes anuncia álbum inédito em carreira solo

Comemorando 18 anos de carreira, o baixista e compositor CH Straatmann apresenta seu primeiro trabalho solo: Efecto Vertigo. Inspirado na sonoridade dos ritmos latinos, o álbum, que se encontra em fase de mixagem, marca o novo momento em sua trajetória artística. 

Efecto Vertigo 
Em nove faixas autorais inéditas, enfatizando gêneros como salsa, mambo, cumbia e até bolero, Efecto Vertigo valoriza o diálogo entre contrabaixo e percussão. As melodias dão suporte para os dois instrumentos em um disco essencialmente acústico. “Minha decisão de realizar este projeto surgiu no início de 2012, depois de um longo período de pesquisas onde passei a ter um contato cada vez maior com a música latina. Tem sido uma experiência maravilhosa e desafiadora transitar por esse universo”, afirma o músico. Produzido por Jorge Solovera e CH, o disco conta com a presença do percussionista Rudson Daniel - conhecido por seu trabalho de destaque na Banda EVA, Daniela Mercury, Lazzo Matumbi e Retrofoguetes - na premiada faixa “Maldito Mambo!” (Chachachá). O violonista e etnomusicólogo Cássio Nobre (Viola de Arame) faz uma participação especial em duas faixas. A arte da capa do CD é assinada pela designer e desenhista Nila Carneiro. Em quase 20 anos de carreira profissional, CH Straatmann acumula um portfólio como baixista, produtor, arranjador e/ou compositor em projetos de artistas de diversos segmentos como Retrofoguetes (Ativar Retrofoguetes!, O Maravilhoso Natal do Retrofoguetes, Chachachá, Dramascope Vol. 1), Dois Sapos e Meio, Joel Justin (EUA), Confraria da Bazófia, Carla Visi, Dois em Um, Diego Orrico & The Blue Bullets, Bestiário, entre outros. 

Carreira solo 
Em 2012 o artista decide apresentar o seu primeiro trabalho solo, ao mesmo tempo em que se prepara para entrar em estúdio para gravar o terceiro disco autoral dos Retrofoguetes (Dramascope Vol. 1). Com Efecto Vertigo CH se propõe a explorar o universo rítmico da música latina, tocando diversos instrumentos. Confirmando a experiência de compositor e contrabaixista versátil, neste disco o músico toca violões, baixo acústico e baixo elétrico, além de assinar a produção e composição de todas as músicas. “Na gravação somos eu fazendo cordas e Rudson Daniel fazendo as percussões. Dois caras e muitos instrumentos! Jorge Solovera comanda a sessão de mixagem, realizando a tal ‘alquimia do som’”, adianta CH.

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Com uma sonoridade ímpar desde os idos de 1985, a Banda Organoclorados (Alagoinhas-Bahia), Lançou seu mais recente vídeo “No Carnaval a Gente Esquece”. Você pode ouvir nas plataformas de vídeo espalhadas pela web ou aqui! 



O vídeo faz um paralelo visual da vida cotidiana, euforia e desespero se misturando na obscuridade dos dias turbulentos que vivemos. Misturando imagens de alegria (num simples passeio pela calçadão das ruas com a banda) e desilusões diárias (Coquetel Molotov e afins). A sonoridade blues-Rock da canção é bem vinda, pois, a participação especial de Lucas Costa na gaita harmônica abrilhanta ainda mais as imagens e a sonoridade de “No Carnaval a Gente Esquece”.
Veja e tire suas próprias conclusões deste belo vídeo, letra e composição dos cinco caras!
Organoclorados é: Alan Gustavo - guitarra; André G - baixo; Artur W - guitarra e voz; Joir Rocha - bateria; Roger Silva - teclados.
Título: Trecho da letra de Luiz Melodia “Quando o Carnaval Chegou.”

Tem muito som no tabuleiro do rock aqui na Bahia. Por Leonardo Cima.

Depois do nosso hiato no ano de 2018, retomamos às nossas atividades aqui no site em 2019. É bem verdade que escrevemos menos do que esperávamos e pretendíamos, porém continuamos observando o que acontecia na cena ao longo desses doze meses que se passaram. Bastante som foi lançado, várias propostas sonoras diferentes ganharam a luz do dia e mantiveram esse ano como os seus antecessores: agitado em volume e em alta qualidade de produção.
Teve banda/artista apostando em single, ou fazendo as suas primeiras investidas solo, projetos musicais saindo do papel, banda lançando novidade depois de muito tempo sem disponibilizar um novo trabalho, ou seja, uma considerável quantidade de impulsos motivadores levaram à todas essas novidades da cena rocker da Bahia.
Então, resolvi fazer essas micro resenhas para compensar a minha baixa frequência por aqui pelo site no ano que passou e para fazer justiça com esses lançamentos, trazendo alguns títulos nessa matéria. Mas, frisando, essa não é uma lista…

Depois do inferno...Tem outro Inferno...Por Sérgio Moraes

Ouvir bandas novas já faz parte da rotina de quem faz este site acontecer. Há quem duvide e não acredite que escutamos tudo atentamente, letra por letra, acorde por acorde. Nosso trampo é sério porque amamos tudo isso. 
Amo mais ainda quando alguns amigos voltam do inferno com boas novas. É o caso da banda D.D.I (Depois do Inferno), projeto novo de André Jegue (que mantem sozinho o projeto “Funciona Face” e Ex-integrante da não tão distante BR-64) e também André Batista – Bateria, Rodrigo Magalhães - Contrabaixo Mateus Galvão – Guitarra. Todos remanescentes de outras bandas da cidade. 
A DDI nasce com uma identidade própria já marcada pelos trabalhos anteriores dos caras, o que me deixa bastante contente. Quando André Jegue se dedica a cantar Hardcore seus vocais ficam lindos e agressivos não devendo nada a bandas como Dead Fish (Referência relevante do gênero). 
A D.D.I liberou duas ótimas músicas do seu próximo trabalho, “Depois do Inferno” e “Facada do Cão”, (Ouça as duas!). Ambas…