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Fatos Históricos: Freddie Mercury levou a Princesa de Gales, "Lady Di", a um bar gay.


O renomado vocalista do "Queen", Freddie Mercury, levou a Princesa de Gales, "Lady Di", a um bar gay londrino mascarada de homem. O episódio, ocorrido nos anos 80, é recordado pela atriz e comediante "Cleo Rocos" no livro "The Power of Positive Drinking". Rocos acompanhou o improvável casal nessa noite no Royal Vauxhall Tavern, acompanhada do humorista Kenny Everett, grande amigo de Mercury com quem partilhou amantes e que morreu igualmente de AIDS nos anos 90. 

 Mercury, Rocos e Kenny Everett vestiram Diana Spencer com um casaco militar, um gorro e óculos escuros. Freddie disse a Diana que íam ao "Royal Vauxhall Tavern", um bar gay de Londres de renome na cidade. Diana disse que nunca tinha ouvido falar [do bar] e que gostaria de ir, lembra Rocco. Kenny Everett não concordava com aquela aventura de Diana. "Não me parece uma boa ideia." Não é para você! Aquilo está cheio de gays cheios de cabelos nos peitos...Mas Diana não se sentiu amedrontada. "Quando entramos no bar, achamos que Diana iria ser reconhecida a qualquer momento, porque era obvio para nós que ela era a Princesa de Gales", narra Cleo Rocos. Mas as pessoas a ignoravam, algo que ela adorou.

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Resenha: Revista Ozadia, número zero.

Sou um apreciador recente de quadrinhos, e já há algum tempo venho acompanhando o que vem sendo feito de bom neste ramo e fico salivando por novidades dos meus autores preferidos. Ao mesmo tempo que, assim como no rock, é muito bom saber que há uma movimentação local na produção de HQ’s e que essas produções saem de mãos talentosas e possuidoras de uma liberdade criativa que se iguala à música que aprecio. A mais recente novidade é a edição de número zero da revista Ozadia, que é uma compilação de cinco histórias eróticas escritas pelas mãos de sete quadrinistas e roteiristas daqui da Bahia. Lançada com o apoio do selo Quadro a Quadro e ganhando popularidade a cada dia que passa, a revista tem dois aspectos importantes para ser lida mais de uma vez: uma ótima fluência no seu texto e traços inspiradíssimos de seus desenhos. De Ricardo Cidade e Alex Lins, “Especimen” abre a Ozadia com uma ótima ficção cientifica pornográfica, onde a heroína sai em busca de coleta de amostras de um

As 10 Caras do Rock Baiano - Com a Banda Vômitos, "Punk Rock pra mendigo!"

O Portal Soterorockpolitano foi buscar na cidade de Barreiras os entrevistados da oitava entrevista da série “As 10 Caras do Rock Baiano”, são eles o guitarrista Rick Rodriguez e o vocalista Tito Blasphemer, da banda Vômitos. Nessa entrevista eles falam sobre as condições da cena da sua cidade e do esforço para mante-la ativa, suas influências e a inspiração para as suas letras, além da repercussão do clipe da música “Facada”, que já chegou a mais de 3.000 visualizações no Youtube. Então, ajeite-se na sua cadeira e fique ligado para não tomar uma facada no bucho. Soterorockpolitano - Como e quando surgiu a banda? Rick Rodriguez - A banda surgiu em 2007, tínhamos um interesse em comum, que era o punk rock, e isso nos motivou a formar a banda na época, começamos tocando músicas dos Ramones, que era nossa banda preferida e logo em seguida começamos a compor, e ter nossas próprias músicas. Tito Blasphemer - Estávamos cansados da cena de nossa cidade, bandas que

4 Discos de Rock Baiano, a compilação das cinco publicações. Por Leonardo Cima.

Movidos pelo resgate da memória da cena independente da Bahia, no qual o selo SoteroRec tem feito com o Retro Rocks desde o inicio deste ano  e por todas as ações que o cenário também tem feito nesse sentido, decidimos trazer uma compilação especial do nosso site para você que nos acompanha.  Em 2017, o Portal Soterorock fez uma série de matérias que destacava alguns dos principais discos de rock lançados na Bahia ao longo dos anos. Essa série se chamava "4 Discos de Rock Baiano" e como o nome sugere, quatro discos eram referenciados nas matérias.  Foram ao todo cinco publicações com bandas/artistas de gerações distintas reunidas nesta coletânea.  Você vai encontrar aqui pontuações sobre as obras e o mais importante: o registro público sobre elas, para que possam ser revisitadas e referenciadas ao longo dos anos. Passar em branco é que não pode! O aspecto positivo de se visitar essas postagens é a de ver que a maioria das bandas e artistas citados nelas ainda estão em ativida