Podcast com Deus Du, Baterista da banda Modus Operandi.(Gravado em 2017)
  • ENTREVISTA

    Aguardem!Voltaremos... Link: https://www.mixcloud.com/soterorockpolitano/rota-alternativa-2015-entrevista-com-a-desrroche/

  • OUÇA DEUS!

    Promover debates e entrevistas sempre com um convidado da cena de rock da Bahia. Uma mesa redonda democrática onde se pode falar dos rumos do rock baiano. Agora na Mutante radio aos domingos. Link: https://www.mixcloud.com/soterorockpolitano/programa-rota-alternativa-22017-com-deus-du/

  • BUK PORÃO!

    Sob o comando de Marcio Punk a casa de shows recebe todas as semanas artistas do cenário local. Venha participar dessa festa.

  • 10 anos de Soterorock!

    Foram mais de 50 programas gravados e mais de 300 resenhas realizadas por nossa equipe. Hoje depois de muitos colaboradores que fizeram parte deste projeto, completamos dez anos nesta jornada Rocker. Léo Cima, Kall Moraes e Sérgio Moraes voltam com o programa Rota Alternativa em 2017 trazendo novidades.

  • VENHA PARA BARDOS BARDOS

    O Endereço: Tv. Basílio de Magalhães, 90 - Rio Vermelho, Salvador - BA

Projeto: Radiola Aternativa, dia 08 de Junho, fomentando o rock!


Na ativa desde 2008, o Radiola Alternativa tem uma proposta bem próxima de todos nós, fortalecer a cena rock da cidade que já foi o berço de grandes nomes do cenário nacional, dando espaço para várias bandas de variados gêneros viabilizando uma opção de entretenimento. A perspectiva é que em breve o projeto ocorra em outros bairros da cidade para divulgar ainda mais essa proposta, geralmente as edições vem acontecendo uma vez no mês aos sábados no bairro de São Caetano, o evento vem como uma excelente opção atrativa nos fins de semana ganhando cada vez mais popularidade a cada edição. Este projeto é idealizado por quatro jovens da periferia de São Caetano fãs de rock e cansados da música popular feita na cidade. Depois do grande sucesso das duas primeiras edições da temporada 2013 o Radiola Alternativa prepara mais uma grande edição no próximo dia 8 de junho com as bandas Latryna (Rock de Garagem), The Lex (Indie Rock) e Os Caras da Rádio (Pop Rock) em um novo espaço localizando na Rua do Bambuí em São Caetano espaço Gangara em frente ao colégio Ramo da Videira, o show acontecerá as 17:00 horas e os ingressos custarão R$ 3,00 que serão vendidos no local. Vale a pena conferir !

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Scott Weiland lamenta fim do Stone Temple Pilots e escreve carta para os fãs!


Após ter sido demitido e substituído pelo líder do Linkin Park, Chester Bennington, no Stone Templo Pilots, o ex-vocalista da banda, Scott Weiland, publicou uma carta a seus fãs através do facebook falando sobre o caso. No texto, Scott diz que dói ver a banda como está hoje: “Eles não são os Stone Temple Pilots de verdade”, lamentou. A banda realizou sua primeira apresentação com o novo vocalista no festival KROQ Weenie Roast, que você confere aqui!

O texto inteiro de Scott Weiland você lê abaixo: 

"Uma carta para os meus fãs, Como todo mundo lá fora, eu li sobre minha banda, Stone Temple Pilots, e seu desempenho recente no fim de semana passado com um novo vocalista. Para dizer a verdade, isso me pegou de surpresa. E doeu. Mas a banda que tocou na semana passada não foi Stone Temple Pilots e foi errado deles se apresentarem como se fossem. Primeiro de tudo eles não têm o direito legal de se chamar STP, porque eu ainda sou um membro da banda. E o mais importante, eles não têm o direito ético de se chamar Stone Temple Pilots, porque é enganosa e desonesta para os milhões de fãs que nos têm seguido por tantos anos. Quando eu canto solo, nunca é como Stone Temple Pilots. É como Scott Weiland. Os fãs merecem saber o que eles estão recebendo. Como qualquer banda que resistiu ao teste do tempo e fez a música para mais de duas décadas, STP teve uma alquimia especial – nós quatro juntos eramos maiores do que qualquer. Então, se meus ex-companheiros de banda querem fazer uma turnê com um novo vocalista, que é sua prerrogativa. Eu não dou a mínima para como eles chamam a si mesmos, mas não é Stone Temple Pilots. E por isso eu digo a vocês, nossos fãs, eu vou vê-los lá fora, na estrada neste verão, onde eu estou em turnê como “Scott Weiland” com a minha banda The Wildabouts. Mas não desista do STP. Eu sei que eu não tenho." Scott / Ouça o novo disco do Rapaz clicando aqui!
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O novo disco de Rob Zombie


O novo disco de Rob Zombie, “Venomous Rat Regeneration Vendor”, possui uma capa que tem toques sujos e nojentos (a face de Zombie e desenhos de ratos), mas que também remete aos LPs coloridos da era hippie e psicodélica do final dos anos 1960. Quanto ao som, as únicas referências a essa época, forçando a barra, são o órgão Hammond na ótima faixa “Dead City Radio and the New Gods of Supertown” e a versão para “We’re an American Band”, do Grand Funk.
O que se ouve em “Venomous Rat Regeneration Vendor” é o metal industrial da época do White Zombie, com muitos diálogos, narrações e efeitos sonoros incidentais. Zombie canta como um Alice Cooper atualizado, com muita interpretação e energia. O resultado é um ritmo pulsante com muita distorção e que embalará os “pula pulas” nos shows. Bons exemplos são “Teenage Nosferatu Pussy”, “Revelation Revolution”, “Behold, The Pretty Filthy Creatures!” e “Lucifer Rising”, que são os pontos altos do álbum.
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Les Royales: Banda de "Rockabilly" baiana trás de volta as raízes do rock


Ainda não consegui pegar um show da banda ao vivo, mas quem foi garante que a diversão é garantida ao som da banda LES ROYALES". Formada 100% de rockabilly, gênero que deu sua fôrma ao rock e o moldou até os dias de hoje, do mais simples ao mais pesado. A banda LES ROYALES trás isso de volta em seu quarteto com músicos mais que conhecidos e que dispensa apresentações. Músicos integrantes como Morotó Slim (Ex-Dead Billies e Retrofoguetes) que coloca suas guitarras marcantes e bem tocadas nas canções. 
Sobre a banda: O Les Royales é uma banda de Rockabilly de Salvador-BA, fundada em 2011. Com um trabalho cuidadoso de curadoria e arranjo, a banda apresenta um repertório 1950 que conta com canções de Eddie Cochran, Gene Vincent, Buddy Holly, Elvis Presley, Carl Perkins, Johnny Cash, Billy Riley, Warren Smith e Carl Mann. Como toda exceção à regra, o setlist também conta com músicas dos Stray Cats. Aos desavisados, um detalhe: não esperem a doçura das baladinhas tão comuns aos anos dourados. Les Royales é puro rock’n’roll. Uma coisa bem mais próxima do selvagem Johnny Cash do que da lady Cely Campelo. 

Próximos shows: Casa Fora do Eixo Vitória da Conquista - BA, Avenida Rosa Cruz, 928 - Candeias. A abertura fica por conta de Willie Wolf & The Surfin' Joes e a discotecagem do experiente Dj BigBross (Salvador). A entrada custa R$10, mas se vc colocar o nome na lista amiga para apenas R$ 5, bastando preencher o formulário: Clique Aqui! 
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A série “As 10 Caras do Rock Baiano” com Cadinho Ricardo Baixista da Cascadura, Rebeca Matta, Retro_Visor e mais!

A série “As 10 Caras do Rock Baiano” retorna com a sua quarta entrevista trazendo um dos músicos mais atuantes da cena local: Cadinho Ricardo. Baixista de técnica, feeling e presença de palco apuradas, Cadinho nos fala sobre a sua trajetória, sobre sua percepção da cena local e como é tocar com artistas, músicos e bandas notáveis. Competência, profissionalismo, disciplina, bom humor, carisma e inteligência formam a marca desse músico que faz toda a diferença no cenário local e não foi diferente nesse bate papo descontraído. Como já é de costume, se ajeite na cadeira e aproveite essa interessante entrevista. 

SRP - Quando começou seu gosto pela música? Já havia algum músico na sua família que serviu de referência pra você, ou sua influência veio de fora? 
Cadinho - Bem, minha relação com música começa cedo. Rolavam diversos títulos em vinil em casa. Disco music, pop e jovem guarda por minha mãe, sambas e cantores do rádio por meu pai. Absorvia aquilo e outras coisas que tocavam no rádio. Daí, comecei a desenvolver meu gosto musical. Minha família não tem lá tantos músicos, não chega a configurar uma tradição, mas tem/tinha muita gente com sensibilidade musical. 

SRP - E a extinta Flashpoint Records, o fato de ter trabalhado em uma loja de discos teve influência na sua formação musical também? CR - Quando entrei lá, já tinha uma bagagem e formação bem estabelecidas. Evidente que o contato com clientes contribuiu bastante. Aprendi muito ali, e não só sobre música, rs. O ambiente era propício e fiz bom uso dele. Estamos vivos pra isso: aprender. 

SRP - Com certeza, meu caro! CR - Essa é a graça, rs. 

SRP - Você faz parte de algumas bandas daqui da cidade e uma das que me chamou mais a atenção foi a Retro_Visor com a sua formação diferenciada (baixo, vibrafone e bateria), como surgiu a ideia de formar uma banda com essa composição? CR - Havia uma ideia de montar a banda desde que o Antenor Cardoso comprou o vibrafone - lá se vão alguns anos -, ele sempre falava que tava lá com o instrumento e que era para a gente montar o projeto. A coisa ficou meio ali em "stand by", até que no final de 2010 resolvemos que era a hora de colocar a ideia em prática e agendamos um show de estreia sem nunca termos ensaiado até então rs. De lá pra cá, muita coisa veio acontecendo, RS. É isso, foi assim. Éramos três amigos bebendo cerveja e cada um tocava um instrumento, tendo, inclusive experiência em bandas em comum. (Banda retro_Visor)

SRP - Rs, as melhores coisas sempre surgem dessa forma, de um jeito espontâneo, com um bom papo entre amigos e uma cerveja gelada! CR - Rs, pois é! 

SRP - Achei muito interessante mesmo o som da Retro_Visor, me lembrou muito Tortoise e som regional daqui da Bahia, além do fato do Antenor ter pontuado no VandexTv sobre os outros instrumentos que aparecem de forma “invisível” quando vocês tocam! Muito bom!!! CR - Sim, a estética da banda é fruto da bagagem de cada um refletida no arranjo. Fico feliz que tenha gostado, meu velho! 

SRP - Mesmo sendo um músico muito jovem, você já acumula inúmeras experiências com artistas e bandas extraordinárias. Tem alguma vivência que mais te marcou? CR - Todas elas deixam um registro bem bacana. Cada uma tem o seu contexto, a sua peculiaridade. A primeira experiência de gravar um disco inteiro com a Hares, ter retornado aos palcos com o Chip Trio, iniciar uma nova experiência sonora com o Retro_Visor, gravar um dvd e cd ao vivo com a Rebeca Matta - cantora que sempre admirei - com tanta gente boa envolvida, estar hoje no Cascadura tocando com amigos ali.... São coisas que vem quando puxo na mente. É muita coisa, guardo tudo com muito carinho. 

SRP - Ha pouco a gente falava sobre a sua agenda que, ainda bem, está cheia. Como consegue conciliar o seu tempo para dar conta das bandas que toca? CR - Dou uma atenção muito grande a organização da agenda, me dedico muito a isso. É possível e estou conseguindo, rs. 

SRP - E sobre o Rock na Bahia, qual a sua visão sobre o atual período do cenário local, o que mais te agrada e o que mais te incomoda nessa cena? CR - Sinto esse momento como um ostracismo dinâmico. Há muita coisa sendo produzida, há muito assunto pertinente no ar. Tudo emperra em problemas estruturais da cidade... O de sempre: política, péssimo serviço, falta de lugar pra tocar... Há essa novidade latente, que se engessa nessas limitações de Salvador. O diálogo é o que me interessa. 

SRP - Conversar, debater e se organizar são fatores que mais tem se mostrado a favor da cena local e o velho e bom "faça você mesmo" ainda funciona de certa forma por aqui. A falta de uma estrutura boa na cidade de fato sufoca muita coisa! CR - O "faça você mesmo" tem que sempre funcionar. Evidente que atento as novidades para viabilizar suas ações. A falta de estrutura inviabiliza muita coisa. Mas é isso, temos de reclamar sim, resmungar, se queixar, mas sobretudo fazer. 

SRP - Com certeza, pois as pedras que rolam não criam limo!!! Rs. CR - Sim, RS.  (Conheça o Cascadura)

SRP - E os sons?? O que tem escutado ultimamente? CR - Ah cara, apesar de ser um pesquisador nato, acabo escutando frequentemente as mesmas coisas. Mas quando pauso o Clash, Beatles, Stones, Camisa de Vênus, Mano Negra, Gogol Bordello, Metallica, Titãs... Escuto muito QOTSA, Electric Moon, Vivendo do Ócio... 

SRP - Ave Maria, só coisa fina. Fineza total! Hehehe. Cadinho, uma última pergunta! Tenho que perguntar por eu ser baterista. Rs. Como é fazer a cozinha ao lado de Emanuel Venâncio na banda da Rebeca Matta? CR – Hahahahahahaha. 

SRP – Hehehe. As canções ficaram ótimas e o resultado do dvd também, ela é demais e as participações especiais foram incríveis! CR - Cara, Emanuel além de um monstro, um grande talento, é um querido. Nos entendemos muito bem. Uma alegria e um privilégio tocar com ele, Juninho Costa, João Meirelles e a Rebeca Matta. Sim, o dvd ficou ali num prisma muito confortável pra mim, só gente querida. 

SRP - Muito bom mesmo, velho. Acho esse dvd uma pérola no meio da Bahia! Uma preciosidade! CR - Gostei muito de ter participado, ter tido a oportunidade de produzir uma faixa com a banda ao lado do Peu Sousa e me sinto feliz em dar sequencia a esse trabalho. Muito bacana a chance de fazer uma música que permita explorar diferentes linguagens que abrigadas na minha mente, rs. 

SRP - Com certeza, competência e inteligência são as palavras chave e para isso você tem de sobra!! Rs. E o Cascadura, como tem sido a experiência do Aleluia na estrada? CR - Muito boa. Olha, como eu gosto de estar ali, viu... Estamos em turnê e, onde chegamos somos muito bem recebidos. A aceitação do disco e da formação atual tem sido excelente. O "Aleluia" é uma realidade e me orgulho em ser parte da construção dessa obra no palco. Amo fazer essa música. 

SRP - Cadinho, acho que é isso! Rs. Quer deixar alguma mensagem para os nossos leitores?? CR - Cara... Muito rock para todos nós! 

SRP - Recado dado!!


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Vocalista do Garotos Podres deixa a banda!


O vocalista José Rodrigues Mao Junior anunciou no fim de abril sua saída do Garotos Podres, íncone do punk nacional formado em Mauá/SP, em 1982. Mao e os outros integrantes disputam na justiça o uso do nome "Garotos Podres". Além de um comunicado aos fãs através de sua página sobre sua saída da banda, Mao também tem informado sobre o processo e tentativas de acordo entre as partes. Segundo o vocalista, o advogado Michel Stamatopoulos, que representa o restante da banda, exigiu R$ 430.000,00 para permitir que Mao continuasse a usar o nome "Garotos Podres".
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Guitarrista Peu Sousa, é encontrado morto hoje, Segunda-feira (06/05/2013)

Apesar da segunda-feira ensolarada e de céu azul, hoje os nossos corações estão um pouco mais acinzentados com a morte do grande Brother "Peu Sousa". Neste inicio de semana, ainda doente, me recuperando de uma terrível gripe, recebo a noticia que mais um irmão (gente boa) das guitarras se foi. Independe de qual seja o motivo da morte, nós sabemos do legado desse ótimo músico. Peu Sousa, era ex-integrante da banda Pitty e foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (6), em seu apartamento em Salvador. Peu era filho adotivo de Galvão, do grupo Novos Baianos, e já tocou nas bandas Nove Mil Anjos e Dois Sapos e Meio. Parecer que estamos em uma onda de perdas de grandes músicos do rock, na semana passada perdemos "O guitarrista do Slayer, Jeff Hanneman". O que podemos pedir nesse momento é conforto para as famílias e que os irmãos Descansem em Paz!

Abaixo segue programa gravado por Peu para a internet.
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The Flaming Lips toca YBTPR na íntegra


Antes da estranha e quase indigesta apresentação no Lollapalooza Brasil desse ano, o The Flaming Lips tocou na íntegra o álbum Yoshimi Battles The Pink Robots no festival South by Southwest. Não se sabe se o único motivo pelo qual eles tocaram o disco por inteiro foi o fato de eles estarem presentes no já tradicional evento anual que acontece na cidade de Austin, Texas, mas nesse vídeo de pouco mais de uma hora de duração, o The Flaming Lips traz mais a tona a sua musicalidade, ao contrário dos shows maiores que contam com cenários e luzes espalhafatosos. Ainda possui, aos 27’15’’, uma curiosa e bem humorada história sobre a origem do nome de uma das suas canções (“Ego Tripping at the Gates of Hell”), seguida da “nunca antes tocada” “Are You a Hypnotist?”. Destaque especial para “All We Have is Now”.
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Morre Jeff Hanneman, guitarrista do Slayer


O guitarrista do Slayer, Jeff Hanneman, morreu nesta quinta-feira (2), nos EUA, informou a banda em sua página oficial no Facebook. "O Slayer está devastado ao informar que o companheiro de banda e irmão, Jeff Hanneman, morreu por volta de 11h desta manhã próximo à sua casa, no sul da Califórnia. Hanneman estava em um hospital da região quando sofreu insuficiência hepática. Ele deixa a esposa Kathy, a irmã Kathy e os irmãos Michael e Larry, e sua falta será profundamente sentida. Irmão Jeff Hanneman, descanse em paz (1964 - 2013)" Jeff, que tinha 49 anos, foi um dos fundadores da banda de thrash metal em 1981 e foi coautor de algumas de suas músicas mais conhecidas, como "Angel of death" e "Raining blood", do disco "Reign in blood", de 1986. O Slayer tem show marcado no dia 22 de setembro no Rock in Rio. A banda também foi anunciada para tocar junto com o Iron Maiden em São Paulo, no dia 20, e em Curitiba, no dia 24 do mesmo mês. Em 2011, Hanneman foi picado por uma aranha e sofreu uma infecção chamada fasciite necrosante, com complicações de saúde que o fizeram sair da turnê da banda em 2012. O grupo não informou se a morte foi causada pelas complicações após a picada. De acordo com um anúncio feito no site oficial do grupo em maio de 2012, Hanneman quase morreu por conta de uma infecção chamada fasciite necrosante, que foi causada pela picada, e médicos chegaram a discutir a possibilidade de amputar seu braço. "Ele ficou em coma induzido por alguns dias e teve que passar por diversas operações para remover o tecido morto de seu braço. Entendam que ele estava em um estado muito, muito ruim", afirmou o comunicado de 2012. Fonte: G1
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