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Festivais: VI Festival Bigbands em 2014

O festival Bigbands é um dos principais fomentadores e fortalecedores do cenário de rock baiano, firmando-se como um importante e representativo evento no universo musical brasileiro. Obtendo sucesso em suas últimas edições, as quais contaram com palestras e shows de alta qualidade, além da abertura do diálogo entre produtores, bandas e empresários diretamente ligados a cena independente de todo o país, o Festival causou impacto, enriquecendo e fortalecendo a cena independente da Bahia e do Brasil.




Criado pelo produtor musical Rogério Big Bross, (Um dos grandes incentivadores do gênero rock na Bahia e Brasil, na ativa desde os anos 90) e marcando o retorno do festival para 2014, até agora se mostra bem representado pelo "cast" de primeira qualidade que vem montando com bandas de quatro estados, quatro cidades do interior da Bahia e sete de Salvador-BA, segundo informado no facebook da produtora, faltam ainda umas últimas atrações para serem anunciadas sem nenhum edital ou patrocínio direto. Isso mesmo! O festival será realizado contando com o apoio de amigos e parceiros que querem o melhor evento de música dessa cidade acontecendo.  Para o VI Festival Bigbands em 2014 já estão confirmadas: The Honkers, Van Der vous, Inventura, Tantrio, Irmão carlos e o catado, Vendo 147, Zeferina Bomba, Sanitário Sexy e muitos outros. Breve, mais informações!

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Marte caindo e aliens entre nós. Por Leonardo Cima.

No sábado do dia 25/01, a banda Marte em Queda lançou o seu trabalho de estreia e esse foi o momento para conferir de perto não só uma, mas duas das bandas que estão mais em alta atividade na cena daqui nesse último ano e meio. O segundo grupo em questão é o My Friend is a Gray, parceiros de jornada do trio baiano e que abriu a noite de som no já marcante Brooklyn Pub Criativo. Com o local sempre pontual no inicio dos sons, comecei a acompanhar a festa pela live do perfil do pub no Instagram no caminho para lá, o que me deixou mais ansioso em chegar e percebendo, já in loco, o quanto não deu para ter, pelo vídeo, a noção de quanta gente compareceu ao evento. É comum o lugar receber uma boa quantidade de gente nas noites de sábado, mas logo de cara, um grupo de pessoas que se aglomerava na parede de vidro do seu lado de fora, para assistir ao som, chamou a atenção. Meio que em zig zag e  me espremendo, adentrei no Brooklyn e a MFIAG, escalada para abrir a noite, já estava

Como na profundidade do cosmo. Por Leonardo cima.

Bem no começo desse ano, em janeiro, antes de toda essa agonia que nos encontramos, de pandemia e quarentena, a banda soteropolitana Vernal lançou o seu mais recente trabalho, Epicteto. Essa ressalva inicial do período desse lançamento se faz presente pelo fato de trazer uma recordação recente, de se botar na praça algo novo e poder circular livremente por aí pelas gigs e se esbarrar com os seus autores em um palco tocando as suas canções. Digo isso de maneira geral, até. As produções da cena continuaram e continuam em meio a quarentena, mas esse sabor de presenciar as coisas de perto já começa a pesar, de certa maneira, e visitar esse disco da Vernal também é visitar esse período de cerca de dois meses e meio, ou três (quase!), de liberdade sem restrições que ainda gozávamos. Olhando mais para dentro desse momento, o trio estava vivendo uma boa projeção na cena, com boa frequência de shows e aparição em canais de comunicação alternativa, alguns deles em seus passos iniciai

O garage noir da The Futchers. Por Leonardo Cima.

Nesses últimos dois meses, o selo SoteroRec teve a honra e a felicidade de lançar na sua série Retro Rocks, os trabalhos de uma das bandas mais interessantes que a cena local já teve e que, infelizmente, não teve uma projeção devidamente extensa. Capitaneada por Rodrigo "Sputter" Chagas (vocal da The Honkers), a The Futchers foi a sua banda paralela idealizada e montada por ele próprio no final do ano de 2006. A propósito, o nome Futchers vem inspirado da dislexia do compositor britânico Billy Childish, que escreve as palavras da mesma maneira que as fala. Ele, ao lado de mais quatro integrantes, também de bandas locais da época, começaram os ensaios com uma proposta sonora voltada mais para o mood e o garage rock, se distanciando um pouco dos seus respectivos trabalhos nos grupos anteriores. Relembrando um pouco daquele período e como observador, esse "peso" de não ter que se repetir musicalmente recaía um pouco mais sobre Rodrigo. Não que houvesse isso